quinta-feira, 31 de julho de 2014

Edmilson Valentim foi o autor da lei que obriga o funcionamento do metrô aos domingos e feriados


Candidatos ao governo do Rio estão tecnicamente empatados


Anthony Garotinho (PR), Marcelo Crivella (PRB) e Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidatos ao governo do Rio, estão tecnicamente empatados. De acordo com pesquisa Ibope encomendada pela TV Globo, o primeiro tem 21% das intenções de voto. Já o segundo, 16%, e o terceiro, 15%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, eles estão tecnicamente empatados, segundo o Ibope. O ex-senador Lindberg Farias (PT) tem 11%.


Após admitir propina: Rodrigo Bethlem diz a aliados que não disputará reeleição

Fonte: Blog do Edson Sombra


Flagrado em gravações relatando receber propina na Prefeitura do Rio, o deputado Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) disse a aliados que desistiu de disputar a reeleição. Os peemedebistas se afastaram dele após sua ex-mulher divulgar as fitas, no fim da semana passada. O partido ainda pressiona Bethlem a se desfiliar e renunciar ao mandato antes da abertura de um processo de cassação. O temor é que o escândalo contamine a campanha do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) à reeleição...


Sogrão 
O presidente da Câmara Municipal do Rio, vereador Jorge Felippe, foi encarregado pelo PMDB de convencer Bethlem a renunciar. Ele é pai de Vanessa Felippe, a ex-mulher que gravou as indiscrições do deputado.


Cautela 
No Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, o temor é que Bethlem se sinta abandonado e tente envolver aliados no escândalo. Ontem Pezão surpreendeu ao fazer elogios aos serviços prestados pelo deputado.


Terreiro 
A atriz Maria Zilda Bethlem apagou texto no Facebook em que defendia o filho das acusações de corrupção e evasão de divisas. No lugar, publicou mensagem afirmando que sua fé é “forte como a espada de Ogum”.

Fonte: Coluna Painel, UOL - 30/07/2014

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Garotinho e Dilma... Apoio de candidato à reeleição caminha para ser bem discreto

FERNANDO MOLICA

Rio - O apoio de Garotinho à reeleição de Dilma Rousseff caminha para ser bem discreto. O candidato ao governo pelo PR tem dito a auxiliares que deverá reunir os integrantes de seu partido que, em outubro, disputarão vagas de deputado. Quer anunciar a liberação do voto para presidente da República.
Numa das conversas, o atual deputado federal foi bem claro. Disse que se concentraria na campanha pelo governo do estado e deixaria que cada aliado escolhesse seu próprio candidato ao Palácio do Planalto.

Empurrão

Para manter o apoio de Garotinho, que piscara o olho para Eduardo Campos (PSB), o governo federal fez com que o Pros passasse a apoiar o PR, o que representou um aumento no tempo de TV do partido do ex-governador.

Irritação

O apoio do Pros ao PR irritou outro aliado de Dilma, o senador Marcelo Crivella (PRB), também candidato ao governo.

Enquadrado

Parece que o sermão surtiu efeito. Candidato ao Senado, Romário adotou um tom bem mais moderado nas críticas ao governo federal. Em caminhada em Macaé ao lado de Lindberg Farias, falou em pontos a serem melhorados, mas sequer citou Dilma.

Despedida

Sábado, o deputado Rodrigo Bethlem (PMDB) reuniu seu comitê de campanha e anunciou que todos seriam dispensados. Ele é acusado de ter recebido propinas em sua gestão na Secretaria Municipal de Assistência Social.

Transconfuso

Não é fácil a sina de quem desembarca no Galeão e tenta pegar o BRT Transcarioca. A sinalização é escassa, e os bilhetes não são vendidos na estação, mas num balcão dentro do aeroporto.


Homem forte de Paes opera esquema de corrupção no Rio

VEJA teve acesso a gravações que mostram um esquema de desvios na prefeitura do Rio de Janeiro comandado pelo deputado Rodrigo Bethlem (PMDB), ex-secretário de Governo da administração Eduardo Paes

Thiago Prado, do Rio de Janeiro

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) em 2013

O medo de ser alvo de denúncias paira há tempos na mente do deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ), um dos homens fortes do governo Eduardo Paes desde 2009. "Tô de saco cheio de ficar sempre lendo jornal sem saber se vai sair uma denúncia. Estamos na era do escândalo", chegou a dizer assustado, nem imaginando que chegaria o dia em que as suas falcatruas viriam a público com riqueza de detalhes. VEJA teve acesso a áudios e vídeos que escancaram um esquema de corrupção funcionando dentro da prefeitura do Rio de Janeiro a partir da atuação do parlamentar. Dinheiro da área social da gestão Paes foi desviado segundo confissão de ninguém menos que o próprio Bethlem, em uma conversa sobre o fim de seu casamento de 16 anos. O Ministério Público do Rio já foi avisado sobre a existência das provas contra o peemedebista.

As gravações são contundentes e não deixam dúvidas sobre o balcão de negócios instalado pelo deputado. Bethlem – que se licenciou da Câmara dos Deputados em 2009 e passou pelas pastas de Ordem Pública, Assistência Social e, por fim, a secretaria de Governo – fala claramente que recebia uma espécie de mesada a partir de convênios da prefeitura. O diálogo de cerca de duas horas ocorreu em agosto de 2011 com a sua então esposa, a ex-deputada federal Vanessa Felippe Bethlem. Na ocasião, o deputado ainda tocava a área social do município e se preparava para ser um dos coordenadores da campanha de reeleição de Paes. A pauta do casal envolvia especulações sobre o futuro político de Bethlem e o pagamento de uma pensão para o sustento da casa e dos seus dois filhos. Na conversa, depois de relatar que tipo de despesas estaria disposto a bancar, Bethlem afirma que sua principal fonte de renda era um convênio da prefeitura chamado Cadastro Único. "Eu tenho de receita em torno de 100.000 reais por mês", afirma na gravação com a maior naturalidade do mundo, explicando que do contrato retirava entre 65.000 e 70.000 reais por mês. Nomeado como secretário de Paes, Bethlem optou pelo salário maior de deputado – ou seja, só deveria ter direito a um rendimento bruto de 26.723,13 reais, equivalente a cerca de 18.000 reais mensais líquidos.

O convênio em questão foi fechado com uma ONG chamada Casa Espírita Tesloo. Mais conhecido pela sigla Cad Único, foi assinado em 2011 por 9,6 milhões de reais e tinha o objetivo de atualizar o cadastro feito pela prefeitura para 408.000 famílias receberem benefícios dos programas sociais do governo federal, como o Bolsa Família. Mas a ONG tem um histórico muito maior de contratos com a prefeitura – o que leva a crer que o assalto aos cofres públicos é ainda mais escandaloso. Desde 2009, a Tesloo faturou cerca de 72,8 milhões de reais do governo Paes para administrar abrigos e centros de acolhimento de dependentes químicos. Só de aditivos no período, foram 18, no total de 22,6 milhões de reais. Nos áudios, Bethlem explica para Vanessa que está com dificuldades de receber a mesada porque a ONG não estava prestando contas corretamente. Na ocasião, o Tribunal de Contas do Município encrencara com o convênio e travara os repasses da prefeitura: "O cara não prestou contas direito, o cara é um idiota, um imbecil. Não pude pagar, não recebi", reclama irritado para Vanessa .  

"O cara" citado por Bethlem é o dono da Tesloo, o major reformado Sérgio Pereira de Magalhães Junior. O oficial criou a ONG em 2002 para atuar na área social junto com a mãe, o irmão e a esposa. A instituição começou a abocanhar contratos com o município do Rio desde a gestão Cesar Maia, mas foi com Paes e Bethlem que o faturamento da Tesloo explodiu. Além das generosas relações políticas, Magalhães Junior tem no currículo um passado truculento enquanto esteve na ativa na Polícia Militar. Há registro de 42 autos de resistência de sua autoria – ou seja, foi esta quantidade de bandidos que o major matou em confrontos. A Polícia Civil do Rio também investiga o envolvimento do dono da Tesloo com milícias na Zona Oeste.

Não é a primeira vez que o deputado Rodrigo Bethlem vê seu nome ligado a personagens de atividades nebulosas. Filho da atriz Maria Zilda Bethlem, foi subsecretário de Governo de Rosinha Garotinho em 2006. Lá nomeou como seu assessor especial o bombeiro Cristiano Girão, perigoso miliciano da Zona Oeste do Rio de Janeiro, preso desde 2009. A relação de Bethlem com grupos de extermínio também foi alvo da CPI das Milícias da Assembléia Legislativa do Rio em 2008. O deputado foi arrolado como testemunha de defesa de um homicídio de que eram acusados os irmãos Jerônimo e Natalino Guimarães, ex-vereador e ex-deputado estadual líderes da Liga da Justiça, o mais perigoso grupo paramilitar do Rio.

O Tribunal de Contas do Município chegou a pedir em 2012 para a prefeitura não renovar mais qualquer convênio com a Tesloo por indícios de fraudes nos contratos, mas até este ano a ONG continuava a ter contratos ativos no governo Paes. O TCM encontrou de tudo nos contratos analisados: desde ausência de notas fiscais para determinados pagamentos até o superfaturamento na compra de alimentos.

Durante a conversa gravada, a existência de outra mesada para complementar a renda acaba vindo à tona, desta vez relacionada a um contrato de fornecimento de lanches nas ONGs que prestam serviço na área social. Neste caso, o rendimento é menor – cerca de 15.000 reais, conta o deputado. "Até quando? ", pergunta Vanessa. "Até quando existir convênio", responde Bethlem sem titubear. Fica acertado pelo casal, depois de alguns bate-bocas, o pagamento de cerca de 45.000 reais por mês para Vanessa. Bethlem explica na gravação que entregará um pouco menos da metade dos seus rendimentos porque precisará de dinheiro para reestruturar a sua vida. A ex-mulher aceita a oferta no fim das contas.   

O pagamento da pensão era feito sempre em dinheiro vivo e entregue na casa de Vanessa pelo motorista de Bethlem. Um vídeo mostra o exato momento da entrega de uma remessa de 20.000 reais para Vanessa. A ex-mulher reclama que não aguenta mais ser paga desta forma. "Não vou mais receber dinheiro por fora e me ferrar com o imposto de renda", esbraveja para o motorista. "Já estou recebendo dinheiro por fora do Rodrigo há mais de um ano", completa.

sábado, 26 de julho de 2014

Lindberg: "Aqui não tem traição à Dilma"

No ato da militância do PT, que lotou hoje o auditório do Sindicato dos Bancários, no centro do Rio, Lindberg destacou seu apoio à presidenta Dilma Rousseff: “Esse exército é leal. Aqui não tem traição a Dilma”.
O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, concordou com Lindberg e disse ainda que não vai aceitar traição no Rio: “Tenho você como um filho. Aqui não tem traição a você, Lindberg. Você foi escolhido por unanimidade, é o candidato do PT no Rio de Janeiro.”



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Macaé prestigia etapa preparatória do Norte-Nordeste da Rodada Digital da Frente Popular


Mais uma etapa realizada com sucesso da Rodada Digital, organizada pela frente popular (PT-PV-PSB-PCdoB), nesse domingo (20), em Macaé. Com palestras voltadas para o mundo digital,  o evento contou ainda com o lançamento do Núcleo Regional de Militância Digital. No dia 26, acontecerá a Rodada Digital, com o objetivo de oferecer oficinas de redes digitais para a militância do Rio do Janeiro e lançar o Núcleo Estadual de Militância Digital, com a presença do futuro Governador, Lindberg Farias.

O evento será realizado na FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso, na Rua Muniz Barreto, 51, Botafogo (paralela à praia de Botafogo). Para esse evento, é necessário fazer a inscrição no local ou no site: http://lindberg13governador.com.br/

Já foram realizadas as seguintes etapas:

Costa Verde: Mangaratiba, Angra dos Reis, Rio Claro, Paraty, Itaguaí.

Baixada Fluminense: Guapimirim, Duque de Caxias, Belford Roxo, São João de Meriti, Nilópolis, Mesquita, Nova Iguaçu, Queimados, Japeri, Seropédica.

Sul Fluminense/Médio Paraíba

Sul Fluminense – Piraí, Pinheiral, Volta Redonda, Quatis, Porto Real, Barra Mansa, Itatiaia, Resende, Rio das Flores, Valença, Barra do Piraí.

Médio Paraíba – Paty do Alferes, Vassouras, Mendes, Engº Paulo de Frontim, Areal, Sapucaia, Três Rios, Paraíba do Sul, Comendador Levy Gasparian, Miguel Pereira, Paracambi.
Serrana: Cachoeira de Macabu, Nova Friburgo, Sumidouro, Carmo, Bom Jardim, Duas Barras, Cordeiro, Cantagalo, Macuco, São Sebastião do Alto, Santa Maria Madalena, Trajano de Moraes, Teresópolis, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto.

Norte-Noroeste:

Norte 1 – Macaé, Carapebus, Quissamã, Rio das Ostras.

Norte 2 – Conceição de Macabu, Campos dos Goitacazes, São João da Barra, São Francisco do Itabapoana, São Fidélis, Cardoso Moreira.

Noroeste: Italva, Itaperuna, Laje de Muriaé, Porciúncula, Varre Sai, Natividade, Bom Jesus do Itabapoana, São José de Ubá, Santo Antônio de Pádua, Miracema, Itaocara, Aperibé, Cambuci.

A última etapa (Lagos-Leste) será realizada, nesse domingo, em Niterói, às 16h.

 Lagos – Saquarema, Araruama, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Armação dos Búzios.

Leste – Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá, Rio Bonito, Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Maricá, Magé.

Jantar de Dilma, Pezão e prefeitos da Baixada irrita Lindberg Farias

RIO — O jantar que a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, deverá ter nesta quinta-feira com prefeitos da Baixada Fluminense provocou mal-estar entre os petistas do Rio de Janeiro. O senador Lindbergh Farias, que concorre ao governo estadual pelo mesmo partido, irritou-se com o anúncio do evento. O encontro está sendo organizado pelos coordenadores de campanha da presidente no estado e terá a presença do governador Luiz Fernando Pezão, que tenta se reeleger pelo PMDB.

A estratégia de Lindbergh, no entanto, é usar a imagem de Dilma apenas nos programas eleitorais de TV, em placas, panfletos e santinhos. Nas ruas, a prioridade do senador é aparecer ao lado do ex-presidente Lula, principal avalista da candidatura dele. Na sexta-feira, o presidente regional do PT, Washington Quaquá, vai a São Paulo se encontrar com Lula e tentará fechar uma data para que ele venha ao Rio.

— O Lula é o que mais influencia o voto popular. A prioridade é ele. As campanhas da Dilma, do Lindbergh, do Alexandre Padilha (ao governo de São Paulo) e do Fernando Pimentel (ao governo de Minas Gerais) querem o Lula — ressaltou Quaquá.

PETISTA SE ALIOU A CAMPOS

No eventos públicos, Lindbergh tem evitado pedir votos para Dilma. Além disso, o senador petista se aliou ao PSB, do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, candidato à Presidência, irritando o Palácio do Planalto.

Para não alimentar uma crise ainda maior, Lindbergh não quis falar sobre o assunto nesta terça, ao saber do jantar. Segundo interlocutores dele, a atitude de Dilma desprestigia a candidatura do PT no estado. Afinal, o jantar será o primeiro ato de campanha da presidente no Rio, onde a base aliada de Dilma tem quatro candidatos: o deputado federal Anthony Garotinho (PR) e o senador Marcelo Crivella (PRB), além de Pezão e Lindbergh. Dilma, porém, sempre mostrou ter mais simpatia por Pezão.

Também na sexta-feira, Lindbergh participará de uma agenda no Rio com o presidente nacional do PT, Rui Falcão. O senador vai reclamar com o coordenador nacional da campanha de Dilma sobre o jantar com Pezão e os prefeitos.

— Até agora, todos os encontros entre Dilma e Pezão foram institucionais. O jantar, não. É campanha! Não vejo problema, mas é preciso que Dilma faça agenda com os quatro candidatos — cobrou Quaquá.



Na constituinte... Edmilson ampliou a licença maternidade para 120 dias... e ajudou a diminuir a mortalidade infantil


terça-feira, 22 de julho de 2014

Extra Extra!: "Fred Kohler é uma das principais apostas do PCdoB nas próximas eleições"


Bruno Benevides: "''Que papelão PCdoB-Mesquita fazendo campanha para o Pezão''


''Que papelão PCdoB-Mesquita fazendo campanha para o Pezão'' — com Fernando Cid e outras 6 pessoas.
Foto: ''Que papelão PCdoB-Mesquita fazendo campanha para o Pezão''